Galera, a Aruba criou alguns guias para provisionamento de laboratórios para estudo e testes do Switch ArubaOX-CX para uso no GNS3, Virtual Box e EVE-NG
A utilização de VLANs (Virtual Local Area Network) na rede local permite que uma rede física seja dividida em várias redes lógicas dentro de um Switch.
A utilização de uma VLAN especifica para voz permite a aplicação de diferentes politicas devido as necessidades do tráfego de voz, como por exemplo a implementação de QoS para esse serviço.
Nesse video comentamos o uso de voice vlan e do device profile em Switches ArubaOS.
A utilização de VLANs (Virtual Local Area Network) permite que a rede seja dividida em várias redes lógicas dentro de um switch.Uma vez que há a necessidade de separar o tráfego de cada departamento da sua empresa por VLANs, você deverá atribuir cada porta do switch para a VLAN correspondente. Geralmente a configuração de VLANs em switches divide as portas em 2 grupos: portas de acesso e portas de uplink.
Para a comunicação entre os switches da rede (portas de uplink), configure as interfaces como trunk com as suas respectivas VLANs permitidas.
Para comunicação dos hosts conectados ao switch, configure as interfaces como access em sua respectiva VLAN.
Exemplo de configuração de VLANs nas portas de uplink:
Caso a porta apresente mensagem de erro durante a configuração da VLAN, como ‘Operation not allowed on an interface with routing enabled’, altere o modo de funcionamento da porta de L3 para L2 com o comando no routing.
ArubaCX1(config-if)# interface 1/1/11
ArubaCX2(config-if)# vlan access 4
Operation not allowed on an interface with routing enabled.
ArubaCX1(config-if)# no routing
ArubaCX2(config-if)# vlan access 4
Para validar a configuração das interfaces e VLAN, utilize os comandos show vlan e show interface brief, entre outros.
A configuração de vlan native é habilitada por default em todas as interfaces configuradas como trunk e ela indica para qual VLAN um quadro não-marcado com o ID da VLAN (untagged) será direcionado. Por padrão de mercado todos os pacotes não tagueados são direcionados para a VLAN 1 em uma porta trunk (uplink).
A interoperabilidade entre switches de diferentes fabricante é um desafio para os administradores de rede. As incorporações da indústria e as novas demandas tecnológicas trazem um desafio extra para aprender a gerenciar diferentes switches do mesmo fabricante. A funcionalidade Loop Guard do spanning-tree possui diferentes nomes entre diferentes sistemas operacionais e exigem uma leitura minuciosa dos guias de configuração dos fabricantes para cada modelo de Switch e seus novos releases.
Nesse vídeo fazemos a comparação do Loop Guard e as pequenas variações de nome para a mesma funcionalidades em Switches do fabricante HP/Aruba:
A Aruba Networks possui duas ferramentas muito bacanas para validação de funcionalidades por switches, comparação de features por release e comparação de hardware dos equipamentos, o HPE Networking Switch Selector e Aruba Switch Feature Navigator.
Nesse video, montamos um laboratório no EVE-NG com Switches ArubaOS-CX demonstrando a configuração do Spanning-Tree e das funcionalidades Root-Guard e Loop-Guard.
Root Guard: A configuração da porta como Root Guard permite à uma porta Designada a prevenção do recebimento de BPDU’s superiores, que indicariam outro Switch com melhor prioridade para tornar-se Root, forçando a porta a cessar comunicação, isolando assim o segmento. Após encerrar o recebimento desses BPDU’s a interface voltará à comunicação normalmente.
Loop Guard: A configuração da porta como Loop Guard possibilita aos Switches não-Root, com caminhos redundantes ao Switch Raiz, evitar situações de Loop na falha de recebimentos de BPDU’s em portas com caminhos redundantes. Em um cenátio atípico, quando uma porta alternativa parar de receber BPDU (mas ainda UP) ela identificará o caminho como livre de Loop e entrará em modo de encaminhamento criando assim um Loop lógico em toda a LAN. Nesse caso a funcionalidade deixará a porta alternativa sem comunicação (como blocking em loop-inconsistent) até voltar a receber BPDU’s do Switch Root.
O crescimento explosivo do mercado de dispositivos IoT e das tecnologias de rede sem fio de última geração como Wifi 6 (802.11ax) exige uma atenção redobrada na escolha dos switches com Power over Ethernet (PoE). Essa tecnologia combina o envio de dados e energia elétrica através de um único cabo Ethernet, simplificando drasticamente a infraestrutura de rede e oferecendo diversas vantagens:
Redução de custos: Elimine a necessidade de cabos de alimentação separados, economizando em materiais e mão de obra.
Maior simplicidade: Instalação e gerenciamento mais fáceis, com menos cabos emaranhados.
Flexibilidade: Posicione dispositivos em qualquer lugar, sem se preocupar com tomadas elétricas.
Escalabilidade: Expanda sua rede facilmente, à medida que suas necessidades crescem.
Segurança: Alimentação centralizada e protegida, minimizando riscos e otimizando o desempenho.
Controle inteligente: Monitore e gerencie dispositivos remotamente, com recursos avançados de automação.
Neste vídeo completo, você encontrará:
Explicação detalhada dos diferentes padrões PoE.
Dicas valiosas para escolher o switch PoE ideal para suas necessidades:
Quantidade de portas PoE e tipo de PoE (padrão, PoE+, etc.).
Potência total PoE e por porta.
Recursos adicionais de gerenciamento e segurança.
Compatibilidade com seus dispositivos IoT e Wi-Fi.