Switches 3Com 5500 – Guia rápido de Configuração!!!

 Olá amigos, os scripts de hoje fazem parte de um manual muito bacana repassado pelo Fabinho e o Índio da Infraero. Os Scripts seguem como um manual rápido para instalação e/ou configuração de Switches 3Com do modelo 5500 ( parte dos comandos são aceitos na maioria dos Switches da 3Com); os scripts são simples e bastante úteis!

Configurando o nome do Switch
[5500G-EI]sysname SW_Core
[SW_Core]

Configuração de Vlans
Criando uma Vlan e colocando-a um nome
[Switch] vlan 3
[Switch-vlan] name

Criando uma Vlan e colocando-a uma descrição
[Switch] vlan 3
[Switch-vlan] description

Criando uma várias vlans ao mesmo tempo
[Switch] vlan to 2 to 5

Apagando uma vlan
[Switch] undo vlan 2

Mostrando quais as vlans que existem no switch
[Switch] display vlan

Mostrando as informações de uma determinada vlan (descrição, endereço IP se houver, portas tagged e untagged)
[Switch] display vlan  2

Definindo o IP para a VLAN 2 
[Switch]interface Vlan-interface 2
[Switch]-Vlan-Interface]ip address 192.168.100.1 255.255.255.0

Configurando o default gateway
[Switch] ip route-static 0.0.0.0 0.0.0.0 192.168.100.254 (ip do gateway)

Configurações de portas
Entrando no modo de configuração de uma porta
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/4

Colocando uma descrição na porta
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/4
[Switch-GigabitEthernet] description

Adicionando porta a uma vlan 
Configurando o tipo de porta
Porta ACCESS: Porta de acesso, utilizada para ligar hosts (estações, servidores, etc)
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/4
[Switch-GigabitEthernet] port link-type access

Porta TRUNK: Porta que permitirá mais de uma vlan trafegar pela porta(utilizando TAG(802.1q). Utilizada como porta de uplink, nas ligações entre switches.
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/5
[Switch-GigabitEthernet] port link-type trunk

Associando uma porta access a uma vlan.
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/4
[Switch-GigabitEthernet] port access vlan 5

Removendo uma vlan de uma porta access. A porta voltará a pertencer a vlan 1 (default)
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/4
[Switch-GigabitEthernet] undo port access vlan

Associando todas as vlans a porta trunk. Desse modo, todas as vlans passarão pela porta trunk
[Switch] interface gigabit-ethernet 1/0/5
[Switch-GigabitEthernet] port trunk permit vlan all

Copiando as configurações de uma porta para outra (vlan, spanningtree, velocidade etc). Não efetua a copia das configurações de controle de broadcast
[Switch]copy configuration source gigabit-ethernet 1/0/1destination giggabit-ethernet 1/0/6

Copiando as configurações de uma porta para várias portas
[Switch]copy configuration source gigabit-ethernet 1/0/1destination giggabit-ethernet 1/0/6 to gigabit-ethernet 1/0/12

Definindo a senha do usuário ADMIN como s3nha
local-user admin
service-type telnet terminal
level 3
password cipher s3nha

Removendo os usuários default MANAGER e MONITOR
[Switch]undo local-user manager
[Switch]undo local-user monitor

Configurando e habilitando o gerenciamento SNMP com as comunidades s1ro e s1rw
[Switch]snmp-agent community read s1ro
[Switch]snmp-agent community write s1rw

Removendo as comunidades default PUBLIC e PRIVATE
[Switch]undo snmp-agent community write private
[Switch]undo snmp-agent community read public

Habilitando o spanning tree protocol (já é habilitado por padrão)
[Switch] stp enable

Configurando a versão do  rapid spanning tree protocol
[Switch] stp mode rstp 

Configurando o switch como root bridge primário do spanning tree
 O comando stp root primary configura automaticamente o valor do Bridge Priority para 0 (zero)
[Switch] stp root primary
ou
[Switch] stp priority 0

Configurando o switch como root bridge secundário do spanning tree
O comando stp root secondary configura automaticamente o valor do Bridge Priority para 4096
[Switch] stp root secondary
ou
[Switch] stp priority 4096

Criando um LINK AGGREGATION entre dois Switches. Não esquecer de executar esses procedimentos em ambos os Switches. Neste exemplo estão sendo utilizadas as portas 1/0/25 e 1/0/26 dos dois Switches.
link-aggregation group 1 mode static
#
interface GigabitEthernet 1/0/25
undo shutdown
port link-aggregation group 1
#
interface GigabitEthernet 1/0/26
undo shutdown
port link-aggregation group 1

Salvando as configurações do Switch
save

Apagando todas as configurações do Switch
reset saved-configuration
reboot

Comandos Display

Informações de uma determinada porta (velocidade, duplex, etc)

display interface GigabitEthernet 1/0/3

Mostrando um resumo de TODAS as portas
display brief interface

Mostrando quais portas do Switch são do tipo TRUNK
display port trunk

Mostrando um sumário do LINK AGGREGATION. 
display link-aggregation summary
display link-aggregation verbose

Mostrando a configuração do Switch atual
display current-configuration

Mostrando informações do Spanning Tree, quais portas estão BLOQUEADAS e quais estão em FORWARDING 
display stp brief
display stp

E vocês, possuem mais alguma sugestão de comando para os Switches da linha 5500?
Sintam-se a vontade…

Um abração!

Switches ArubaOS-CX: Client IP Track

Quando a funcionalidade Client Track IP está habilitada, o switch monitora o tráfego de rede para identificar o endereço IP de cada dispositivo conectado à rede. Ele então usa essa informação para criar uma tabela de rastreamento de clientes, que mostra o endereço IP de cada dispositivo, juntamente com o número da porta do switch à qual ele está conectado.

Isso permite que os administradores de rede identifiquem rapidamente a localização física de cada dispositivo, o que pode ser útil para solução de problemas e para fins de segurança. Por exemplo, se um dispositivo estiver causando problemas de rede, o administrador pode usar a tabela de rastreamento de clientes para identificar rapidamente o switch e a porta à qual o dispositivo está conectado.

A funcionalidade Client Track IP também pode ser usada em conjunto com outras ferramentas de gerenciamento de rede, como o Aruba ClearPass Policy Manager, para fornecer uma visão mais completa da rede e dos dispositivos conectados a ela. Em geral, a funcionalidade Client Track IP ajuda os administradores de rede a gerenciar e solucionar problemas em redes complexas de forma mais eficiente.

**Configuração do Client Track IP**

client track ip
*! configurações para descoberta do IP dos dispositivos cliente e envio do framed-ipaddress no accouting da autenticação 802.1x (atributo 8)*

vlan 10
client track ip
vlan 20
client track ip
*! Habilitando na VLAN*

interface 1/1/24
no shutdown
description UPLINK
no routing
vlan trunk native 1
vlan trunk allowed 10, 20
client track ip disable
*! filtrando o client track ip na interface de uplink*

Switch# **show client ip**

MAC Address Interface VLAN IP Address
aa:56:27:f2:c1:aa 1/1/3 10 192.168.10.136
f4:bb:7f:c7:37:8c 1/1/21 20 192.168.20.147
f4:bb:7f:c7:30:ff 1/1/22 20 192.168.20.141

Switches 3Com – Manipulando a tabela de Endereços MAC

Esses dias durante a releitura do material da H3C “Stackable LAN Switches” decidi traduzir de forma resumida uma das páginas referente a manipulação da tabela de endereços MAC.

O aprendizado de endereços MAC pode ocorrer de forma estática, nunca expira, ou de forma dinâmica pela leitura de mensagens Broadcast, como por exemplo o Protocolo ARP; essa tabela possui validade de tempo.

Adicionando uma entrada estática:
mac-address { dynamic | static } mac-address interface interface-type  interface-number vlan vlan-id

Criando um “buraco negro” para um endereço MAC:
mac-address blackhole mac-address vlan vlan-id

Desabilitando o aprendizado dinâmico:
mac-address mac-learning disable

Configurando um limite de aprendizado de endereços dinâmicos MAC para uma interface:
mac-address max-mac-count quantidade

Até logo!

Switches ArubaOS-CX: Cisco Rapid Per-VLAN Spanning-Tree (RPVST)

O Per VLAN Spanning Tree Protocol (PVST) é uma versão do protocolo Spanning Tree Protocol (STP) que permite que múltiplas instâncias de STP sejam executadas em uma rede local, garantindo que cada VLAN tenha sua própria topologia de spanning tree.

Quando o PVST é ativado em uma VLAN, cada switch na rede mantém uma instância do STP para cada VLAN, em vez de uma única instância do STP para toda a rede. Cada instância de STP cria uma topologia de spanning tree separada para sua VLAN correspondente.

Os Switches Aruba CX permitem a configuração do Rapid PerVLAN Spanning-Tree para interoperabilidade com Switches Cisco, por exemplo.

Para efetuar a configuração basta mudar a versão do STP para o RPVST, configurar globalmente as VLANs que terão suas instancias como PerVLAN e alterar a prioridade, se necessário.

spanning-tree mode rpvst
spanning-tree
spanning-tree vlan 35,36,65,66
spanning-tree vlan 35 priority 15
spanning-tree vlan 36 priority 15
spanning-tree vlan 65 priority 15
spanning-tree vlan 66 priority 15

6300# **show spanning-tree summary root**
STP status : Enabled
Protocol : RPVST
System ID : b8:d4:e7:a0:67:00

Root bridge for VLANs :

VLAN Priority Root ID cost Time Age Dly Root Port

VLAN35 4096 00:23:04:ee:be:c8 2004 2 20 15 lag1
VLAN36 4096 00:23:04:ee:be:c8 2004 2 20 15 lag1
VLAN65 4096 00:23:04:ee:be:c8 2004 2 20 15 lag1
VLAN66 4096 00:23:04:ee:be:c8 2004 2 20 15 lag1

Switches 3Com 4800G – Atribuindo uma VLAN dinamicamente a uma porta baseado no IP de origem ( IP subnet-based VLAN)

Olá pessoal, hoje comentaremos sobre o script de configuração que permite atribuirmos uma VLAN dinamicamente a um host baseado na rede de origem. O método é útil para redes que utilizam endereços IP estáticos para hosts e necessitam de mobilidade para
os usuários.

A configuração também permite corrigirmos erros ou limitações na topologia ocasionado por HUBs ou Switches não-gerenciáveis.

No exemplo abaixo a conectamos ao Switch 4800G um Switch não-gerenciável. Ao Switch não-gerenciável conectamos duas máquinas de sub-redes diferentes (192.168.2.33/24 e 192.168.3.20/24) que deveriam pertencer a VLAN 2 e 3 .

O Script abaixo auxiliará as máquinas à serem atribuídas as suas respectivas sub-redes de forma transparente ao usuário.

Configuração

vlan 2
ip-subnet-vlan ip 192.168.2.0 255.255.255.0
! Atribuindo a sub-rede 192.168.2.0/24 à VLAN 2
#
vlan 3
ip-subnet-vlan ip 192.168.3.0 255.255.255.0
! Atribuindo a sub-rede 192.168.3.0/24 à VLAN 3
#
interface GigabitEthernet1/0/30
port link-type hybrid
! Configurando a Interface Giga1/0/30 como híbrida, a porta híbrida permite a atribuição dinâmica de VLANs
baseada em diversos fatores como endereços MAC,  Protocolo, etc. 
port hybrid vlan 1 to 3 untagged
! Configurando a porta híbrida para permitir  as VLAN 1,2 e 3 encaminhar/receber quadros sem TAG,
 incluíndo Broadcasts.
port hybrid ip-subnet-vlan vlan 2
! Configurando a porta para atribuição dinâmica da VLAN 2
port hybrid ip-subnet-vlan vlan 3
! Configurando a porta para atribuição dinâmica da VLAN 3
#

Display

[4800G]disp int g1/0/30
<saída omitida>

Forbid jumbo frame to pass
PVID: 1
Mdi type: auto
Link delay is 0(sec)
Port link-type: hybrid
Tagged VLAN ID : none
Untagged VLAN ID : 1-3

Port priority: 0
Peak value of input: 183 bytes/sec, at 2000-04-26 15:21:31
Peak value of output: 78 bytes/sec, at 2000-04-26 15:22:32

Obs: A configuração para atribuição de VLAN dinâmica baseado na rede de origem possui desvantagens em comparação a atribuição de VLAN estática a uma porta, devido a problemas de encaminhamento de TODOS os broadcast para as VLANs atribuídas e a verificação do endereço IP de cada pacote pelo Switch, para depois vincular o quadro a VLAN correta.

Espero que tenham gostado, até logo!

Switches ArubaOS – diagnostico de cabo com o Time-Domain Reflectometer (TDR)

O Time-Domain Reflectometer (TDR) é uma técnica de medição usada para caracterizar e localizar falhas em cabos metálicos, como par trançado. Se houver alguma falha no cabo, parte do sinal do incidente é enviado de volta para a origem. O TDR também:

  • Localiza a posição das falhas em metros;
  • Detecta e relata circuitos abertos, curtos-circuitos e incompatibilidades de impedância em um cabo;
  • Detecta troca de par (direto / cruzado) em cada par de cabo em cabo de par trançado;
  • Detecta a polaridade do par (positivo / negativo) em cada par de canais em um cabo;

O TDR é integrado à maioria dos switches Aruba como as linhas 2930, 3810 e 5400.

Primeiro execute o comando test cable-diagnostics no modo de configuração para as interfaces que deseja efetuar os testes ( que não estejam em produção no momento) e após isso valide com o comando show cable-diagnostics.

Switch(config)# test cable-diagnostics 4
This command will cause a loss of link on all tested ports and will take several seconds per port to complete.  Use the 'show cable-diagnostics'
command to view the results.
Continue (y/n)?  y

Switch(config)# show cable-diagnostics
 Cable Diagnostic Status - Copper Ports
       MDI    Cable       Cable Length or
  Port Pair   Status      Distance to Fault
  ---- ------ ----------- ---------------------
    4  1-2    OK          5m
       3-6    OK          4m
       4-5    OK          5m
       7-8    OK          4m

Referências

https://community.arubanetworks.com/community-home/digestviewer/viewthread?MID=26625

https://community.arubanetworks.com/community-home/digestviewer/viewthread?MID=19188

https://community.arubanetworks.com/blogs/vikramsaruba1/2015/04/03/time-domain-reflectometer-in-aruba-switch

Switches Procurve – Comando ‘comware-help-display’

Para aqueles que estão acostumados a gerenciar Switches 3Com/H3C/HP baseados no Comware e precisam administrar switches em ambientes multivendor, com equipamentos HP Procurve, podem utilizar o comando comware-help-display para habilitar alguns comandos do Comware no Provision.

Habilite a feature com o comando

HP-5406zl(config)# comware-help-display

Exemplo de configuração

HP-5406zl(config)# interface vlan 32
HP-5406zl(vlan-32)# display this
vlan 1
name "default"
no untagged A1,A3-A4,A7-A8,A10,A14-A16,A20
untagged A2,A5-A6,A9,A13,A17-A19,A21-A22,Trk1-Trk2
ip address dhcp-bootp
ip igmp
dhcp-snooping
exit
vlan 10
name "RH"
untagged A1
no ip address
exit
vlan 31
!saída omitida

HP-5406zl(vlan-32)# display current-configuration
; J8697A Configuration Editor; Created on release #K.15.17.0008
hostname "HP-5406zl"
module 1 type j8702a
comware-help-display enable
console idle-timeout 7200
console idle-timeout serial-usb 7200
dhcp-snooping
no telnet-server
time timezone -200
no web-management
!saída omitida

Abraços

Comware 7 – Verificando se a SFP está conectada ao Switch

O post abaixo foi encaminhado como dica pelo André Gomes e é  bem interessante para quem administra  equipamentos remotos e precisa saber quais equipamentos estão com uma SFP conectada ou se o espaço reservado para elas está vazio, ou mesmo verificar se o Switch reconheceu o modelo do transceiver.Para verificar se tem gbic no módulo de fibra de um equipamento, execute o comando display interface.
Por exemplo:

display interface GigabitEthernet3/1/3
GigabitEthernet3/1/3 current state: DOWN 
Line protocol current state: DOWN
Description: GigabitEthernet3/1/3 Interface
The Maximum Transmit Unit is 1500
Link delay is 1(sec)
Internet protocol processing : disabled
IP Packet Frame Type: PKTFMT_ETHNT_2,  Hardware Address: 3ce5-a669-3333
IPv6 Packet Frame Type: PKTFMT_ETHNT_2,  Hardware Address: 3ce5-a669-3333
Media type is optical fiber, Port hardware type is 1000_BASE_SX_SFP
(...saída omitida)

Reparem que mesmo que a interface esteja sem fibra, ou seja, com o status de “DOWN” aparece o tipo de GBIC: “1000_BASE_SX_SFP”.

Agora como comparativo, segue um output de porta que não possui gbic instalada:

display interface GigabitEthernet3/1/7
GigabitEthernet3/1/7 current state: DOWN 
Line protocol current state: DOWN
Description: GigabitEthernet3/1/7 Interface
The Maximum Transmit Unit is 1500
Link delay is 1(sec)
Internet protocol processing : disabled
IP Packet Frame Type: PKTFMT_ETHNT_2,  Hardware Address: 3ce5-a669-7777
IPv6 Packet Frame Type: PKTFMT_ETHNT_2,  Hardware Address: 3ce5-a669-7777
Media type is not sure, Port hardware type is No connector
(...saída omitida)

 Os comandos foram executados em um roteador A8808 e no switch A7510.